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Sexta-feira, 16 de Junho de 2006
Barão, porque tem de haver prioridades!

 

 

Dor. Fome. Sede. Epidemias.

 

 

Sub-nutrição

 

 

Sem comentário!

 

 

Vida? (Sudão)

Foto Kevin Carter

 

Campo de Refugiados (Somália)

 

Campo de Refugiados (Paquistão)

 

Barão, sem me esquecer das necessidades do nosso tão esquecido Portugal profundo, diz-me se em Portugal temos algo que se assemelhe a este tipo de cenários?
 
 
 
Yulunga

 

 

 

 

publicado por yulunga às 03:41
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10 comentários:
De Nevrótica Aluada a 16 de Junho de 2006 às 04:56
O redespertar da consciência da comunidade internacional para os vários cenários caóticos e de pobreza extrema nos mais diversos pontos do globo deve ser permanente. Trata-se de um dever enquanto seres humanos, anularmos um pouco o nosso egoísmo e agir através dos mais diversos meios como: campanhas de intervenção alimentar, de saúde, de segurança e manutenção, voluntariado, protestos ou simplesmente a divulgação das situações miseráveis. Contudo, penso que não devemos descurar-nos mas sim, envergonharmo-nos dos casos de extrema gravidade que existem à nossa porta ocidentalizada que muitas das vezes são encobertas ou ignorados. Somos todos seres humanos e a prioridade passa igualmente por saber agir no terreno auxiliando sobretudo quem se encontra muito próximo de nós, sendo este um porto seguro para ir mais além e, um veiculo, de prosperar o bom-senso e a união de forças de quem sofreu e lhe foi devolvida a dignidade de viver. Pois, qualquer vida humana é importante. Há que também combater as instituições internacionais que na sua maioria são dúbias, bem como, a ONU que é um órgão evidentemente manipulado pelo jogo económico e os próprios governantes desses países vivem à volta do seu umbigo e bolso. Há que sobretudo saber agir, difundir os meios nacionais e internacionais de como agir e entregarmo-nos a uma causa.

Para ti Yulunga
De Barão da Tróia a 16 de Junho de 2006 às 16:58
Por muito que isso te choque, eu continuo a achar que primeiro estão os de cá, só ajudando os de cá poderemos continuar a ajudar os outros, isto não é egoismo é sentido prático. É assim, que penso e assim que vou pensar sempre. Obrigado por dispensares o teu tempo para elaborares um post dedicado à minha pessoa.
Bom fim de semana
De yulunga a 17 de Junho de 2006 às 02:52
Barão da Tróia
Não me chocaste nada. Não te esqueças que já te leio há dois anos e já sei o que a casa gasta. Até esperava coisa mais bravia.
Foi um prazer tanto a troca de ideias como o post a ti dedicado.
De yulunga a 17 de Junho de 2006 às 02:48
Nevrótica Aluada
Frisei bem que partilhava a opinião de que temos enormes falhas em relação às nossas necessidades. Tens razão, mas este tipo de cenários mexe muito comigo, muito mais do que imaginas. Em relação às instituições, mesmo tendo plena consciência que em todas elas existem pequenos "cancros", prefiro continuar a acreditar nelas ou a esperança perderia todo o sentido.

De Pamina a 16 de Junho de 2006 às 22:28
Olá Yulunga,

Impressionantes e terríveis as fotos. Quanto à discussão, apenas uma palavra:SOLIDARIEDADE.

Desejo-te um bom fds e envio um bj.
De yulunga a 17 de Junho de 2006 às 02:58
Pamina
Doem, não doem?
Felizmente que nós portugueses até somos um povo bem solidário.
Beijinhos aí para casa.
De uivomania a 17 de Junho de 2006 às 03:39
Eu leio o blog do barão, da nevrótica... e, sinceramente tirando uma ou outra coisa, eu... penso cá para mim, estes gagos dão-lhe! Havia é de haver muita gente assim... que mete para fora o que está a encher a boca! Mas, sinceramente; há ou não prioridades?! As prioridades vão ou não para além do nosso quintal?! Querem meter em pé de igualdade as carências? Vamos continuar à espera que as organizações instituidas por um sistema de que nos queixamos de falta de transparência, verdade e coerência, actue? Sabemos ou não que a hipocrisia reina e que se de um lado está um velho encostado à espera de uma ecografia semanas... meses... do outro morre-se por falta de farinha? È ou não verdade que algumas ONGs se cagaram em estudos e declarações de intensões, punhetas mentais e foram para o terreno actuar com o que têem e podem fazer? Podemos/devemos ou não, fazer com que elas tenham mais para que mais possam fazer? Deverão elas poder fazer mais daquilo que estão a fazer ou ainda não vimos que vamos ser invadidos por famintos desvairados prontos a fazer aquilo de que já nos esquecemos que fizemos? Qual de nós não trabalharia por um quarto do que ganhamos para salvar um filho que temos, de morrer á fome? Qual de nós não imigraria, prevertendo mercados e virando de cabeça para o ar teorias que, no papel e à luz de realidades que alguns desejam estanques, deixam em estado de sítio o melhor que em nós existe? Há ou não que apagar os fogos que ameaçam a estabilidade e acendem ódios e ressentimentos que, não fora esta modorra em que vivemos, estariam à muito extintos? Perante um fogo, uma catástrofe, um povo a morre de fome... Barão, Nevrótica, muito antes de se encontrar culpados e examinar muito bem o nosso umbigo, eu acho fundamental que se o apague.
De yulunga a 20 de Junho de 2006 às 19:19
Uivomania
De facto são os dois "duas figuras"... giras!
Ele, segundo ele próprio, "um gajo chato": ela, segundo eu, "uma tarada" (ela a mim chama-me doida) querem-nos fazer a vida negra. Mas ainda havemos de combinar um cházinho os quatro, pois parecem-me pessoas de bem.
Tocou-me a imagem do velho que espera meses por uma ecografia, mas também me toca a realidade de quem nunca na vida fez uma análise ao sangue ou de alguém que saiba sequer o que é uma agulha ou de alguém que nunca viu uma aspirina.
E para rematar porque não tratar do nosso "quintal" e do dos outros também? A vontade não tem limites.


De Carlos Tavares a 20 de Junho de 2006 às 10:12
Eu estou com o Barão... primeiro os de cá. Quando se vê o vizinho a passar fome não se vai dar prioridade a quem está do outro lado do Oceano. Ou então, quando alguém sofre e passa necessidades não tem tempo para pensar nas necessidades dos outros... a isto chama-se sobrevivência e acredita que por cá há quem necessita de sobreviver.
De yulunga a 20 de Junho de 2006 às 19:32
Carlitos, Carlitos...
Sobre este assunto sabes mais de mim do que todos estes os vieram aqui comentar.
Há vontades que não se explicam.
Gosto de ajudar os de cá, mas os de lá... Já vem de muito pequenina. Lembraste do Biafra e das crianças com as "barrigas da água"? Tenho também na memória a palavra Manágua, mas não tenho associadas imagens especificas, se bem que tenha a ideia de serem más.
Que me perdoem os de cá, mas o meu desejo é ir para "lá", seja que cenário for, nem que seja uma vez na vida. Sabes disso, não sabes?

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